FÓRUM ESTADÃO – “A RECONSTRUÇÃO DO BRASIL” – 4o. Evento – 29 de maio

O quarto evento da série de debates “A Reconstrução do Brasil”, realizado pelo Estadão em parceria com a Unibes Cultural e apoio do IRICE, acontecerá dia 29 do corrente. “Um País mais Amigável aos Negócios” será o tema central do debate nesta oportunidade. Para agenda e inscrição gratuita: : https://www.sympla.com.br/forum-estadao—a-reconstrucao-do…

NA ARGENTINA, REFORMAS DIFÍCEIS E CRISE DE CONFIANÇA

Por Rubens Barbosa

Aumento da taxa de juros e a valorização do dólar nos Estados Unidos tiveram impacto nos mercados emergentes, com a desvalorização das moedas nacionais. O que está acontecendo na Argentina é mais um exemplo de como as fronteiras entre fatores externos e a política econômica interna dos países desapareceram. O aumento da taxa de juros e a valorização do dólar nos Estados Unidos tiveram impacto nos mercados emergentes, com a desvalorização das moedas desses países.

 + ‘Se a Argentina não tem dinheiro, não deve gastar’, diz economista

A combinação desses fatores com decisões políticas como a criação de imposto sobre receitas financeiras e a defesa do peso, além de um crescente déficit fiscal que chegou a 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB), praticamente o dobro do existente no Brasil, geraram desconfiança com a atuação do governo e do Banco Central. Como resultado, caíram os investimentos, o risco país aumentou, a desvalorização do dólar se acelerou, a taxa de juros foi seguidamente elevada (ate 40%) e houve perda sensível das reservas, forçando o presidente Maurício Macri a recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI).

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O pedido de US$ 30 bilhões ao FMI para fazer frente ao risco cambial e aos crescentes problemas econômicos que desestabilizaram a economia desde o início do ano foi igual ao que foi solicitado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso pouco antes das eleições de 2002, e que ajudou a superar a crise daquele momento. (mais…)

DEBATE PAINELWW

Canal  Painel WW  –  Debate – 11 de maio  às 14:00 hrs

Sobre o tema “Triângulo China-Brasil. Risco de sumir?”  William Waack recebe no PainelWW  Rubens Barbosa, Marcos Jank e Christopher Garman. Os participantes exporão seus pontos de vista sobre a questão: Como fica o Brasil no meio da guerra entre China e Estados Unidos?  O programa, que irá ao ar nesta sexta feira, 11 de maio, a partir das 14:00 hrs,  poderá ser visto pelo youtube no www.painelww.com.br. e facebook: https://www.facebook.com/painelww/

 

EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS: DÉCADA PERDIDA

Por Rubens Barbosa

De acordo com recente trabalho do Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (IPEA), coordenado por Fernando Ribeiro, nos últimos anos houve uma significativa perda da posição relativa dos produtos industrializados nas exportações brasileiras.

Em 2017, o volume exportado desses bens ficou 0,7% abaixo do quantum de 2008. A porcentagem das vendas totais leva em conta o valor exportado. Em 2000, a participação dos industrializados era de 74,5% no total das exportações nacionais e de 51,3% em 2017. Nesse mesmo período, a exportação de produtos primários aumentou acima de 60%, passando de 22,8% em 2000 para 46,4% em 2012. Como consequência, não é de surpreender que a participação dos industrializados brasileiros no mercado global, reduziu-se para 0,75 % em 2016. A queda é ainda mais acentuada quando se desconta o efeito dos preços relativos, ou seja, a relação entre os preços das exportações brasileiras e as cotações das exportações mundiais.

Esses dados são coerentes com a tendência de queda acentuada da participação da (mais…)

O BRASIL NO MUNDO

O Estado de São Paulo – 01 Maio,  2018

O maior desafio que os eleitores deverão enfrentar em outubro é a escolha do modelo de país que queremos não para os próximos quatro anos, e sim para as próximas décadas.

As eleições deste ano terão especial importância porque as escolhas produzirão efeitos, para o bem ou para o mal, muito além do horizonte temporal dos mandatos do próximo ocupante do Palácio do Planalto e dos representantes no Congresso. Há que se ter máximo cuidado ao votar em meio à grande oferta de irresponsabilidades que, embora muito agradáveis aos ouvidos, apresentarão ao País uma conta impagável.

“Nessa eleição, estarão em jogo dois modelos: um para mudar a voz do Brasil no mundo, inserir o País nos mercados internacionais; ou um modelo de mercado fechado. O resultado disso é, de um lado, crescimento sustentável e, de outro, a Grécia”, advertiu o diplomata Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice) e ex-embaixador do Brasil nos Estados Unidos. (mais…)

RESULTADO DAS ELEIÇÕES VAI DEFINIR AS PRÓXIMAS DÉCADAS DO BRASIL

Por Gilberto Amendola, Marianna Holanda e Paulo Beraldo, O Estado de São Paulo

Presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior-IRICE afirma que para o País voltar a ter protagonismo no cenário internacional, a escolha do presidente será decisiva.

O diplomata Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior, afirmou que as eleições presidenciais de 2018 vão definir o futuro do País não só nos próximos anos, mas nas próximas décadas. Segundo ele, para o Brasil voltar a ter protagonismo no cenário internacional, a escolha de um bom candidato será decisiva.

Segundo o diplomata Rubens Barbosa, há “uma visão otimista [para as eleições] desde que o resultado indique um caminho de visão de médio prazo, de abertura, de reformas estruturais, de inserção externa. (mais…)

VIII CÚPULA DAS AMÉRICAS

Por Rubens Barbosa

A VIII Cúpula das Américas transcorreu em Lima, na semana passada, em meio a crises que contribuíram para o seu esvaziamento. O temor de uma escalada militar no Oriente Médio após os ataques cirúrgicos  dos Estados Unidos na Síria e a situação da Venezuela monopolizaram a atenção dos presidentes do hemisfério.

Pela primeira vez, desde que foi criada em 1994, por iniciativa de Washington, o Chefe de Estado norte-americano não esteve presente. E pela última vez, Cuba foi representada por Raul Castro que, logo em seguida passou o governo para seu sucessor, Miguel Diaz-Canel. (mais…)

FÓRUM ESTADÃO – A RECONSTRUÇÃO DO BRASIL – Terceiro Encontro – 25/04/18

Com o tema “A Força do Federalismo e a Integração Global”,  o terceiro encontro do Fórum Estadão A Reconstrução do Brasil acontece em 25 de abril, quarta-feira, com inicio às 9h, na Unibes Cultural. O evento tem entrada livre e gratuita e a inscrição poderá ser feita através do link:https://www.sympla.com.br/forum-estadao-a-reconstrucao-do-brasil—-a-forca-do-federalismo-e-a-integracao-global__267656?

Agenda:

Debate com participação de Rubens Barbosa, diplomata, diretor-presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior, Celso Lafer, advogado, ex-ministro das Relações Exteriores e Lídia Goldenstein, economista, membro do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp.

Painel – O Novo Pacto Federativo

Debate com a participação de Marcos Mendes, chefe da Assessoria Especial do Ministério da Fazenda, Cibele Franzese, professora da Escola de Administração de Empresas da FGV,  e Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios.

Apresentação e moderação: Eliane Cantanhêde, colunista do “Estadão”

XI JINGPING: O HOMEM MAIS PODEROSO DO MUNDO

Por Rubens Barbosa

A Assembléia do Povo confirmou a decisão do 19º  Congresso do Partido Comunista Chinês no sentido de rever a Constituição e substituir o período de dois mandatos para o presidente da China por eleição sem limite de tempo.

Até 1912, o país foi regido por 24 dinastias. Depois de breve interregno, com a revolução chinesa, começou a 25a, aquela do Partido Comunista Chinês, com todo o poder transferido em 1945 para Mao Tse Tung. Com sua reeleição ilimitada, Xi Jingping, o novo líder do Império do Centro, consolidou seu poder, modificou a relação entre o governo e o Partido e viu seu nome e pensamento incluídos na carta magna, privilégios até aqui reservados somente ao grande timoneiro.

O domínio de Xi Jingping fortalece o  papel do Partido Comunista e permite um controle mais forte do poder central. Xi concentra os cargos de Comandante Supremo, Secretário Geral do Partido e presidente. O regime autoritário consolidou-se controlando a ideologia e eliminando qualquer forma de oposição politica ao Partido. Com poder absoluto, como os antigos imperadores, Xi poderá acentuar o nacionalismo, continuar a combater a corrupção e as resistências da burocracia para a execução  das reformas visando ao fortalecimento econômico e militar da China e seu papel como superpotência. (mais…)

RADAR GENEBRA – Boletim Semanal

62a. Edição – 02 a 06 de abril de 2018

Publicação semanal elaborada pela Turma do Programa de Formação Complementar e Pesquisa em Comércio Internacional mantido pela Delegação do Brasil junto à OMC.  O documento visa traçar um panorama não exaustivo dos principais acontecimentos nos temas de acompanhamento deste posto diplomático, destacando notícias relevantes, publicações recentes e eventos de interesse que ocorrerão em Genebra e outras localidades.

Maiores informações sobre o Programa, assim como as edições anteriores do Radar Genebra, estão disponíveis no próprio site da Missão, no link:https://drive.google.com/open?id=1aPtBQOmgklAMX5WQ9319_YylgzlkTV31